Polegares, Polegares...

... onde estão, onde estão?



Estão, quer dizer, estÁ em processo de recuperação.  Uma semana com o polegar imobilizado, resultado de me apoiar na porta do trem (ô, pobreza).  Porque na hora do tumulto é mais fácil se apoiar em algo do que em alguém e aí tudo acontece muito rápido e quando a gente vê, lá se foi o dedo, a mão, a bolsa, o cabelo, o que tiver ao alcance da porta.

E como se não bastasse a mão e o dedo, a mãe ainda vai parar num CTI por causa de uma suspeita de isquemia.  Na minha vida tem sido assim: tudo-ao-mesmo-tempo-agora-AND-now!

Mas como eu ainda tenho 9 dedos não deixei a peteca cair, apesar da aparência de "creuza" que fiquei todos esses dias.  Ou seja, não há necessidade de se aposentar só porque se perdeu um dedo, como "algumas pessoas" fizeram.  Mas aí já é outra história...

Não adiantaria eu tentar processar a SUPERVIA, já que ela sempre alerta para que os usuários não coloquem as mãos na porta.  Portanto, ainda não foi dessa vez que eu iria ficar rycah e milionária, mas tudo bem.

Agora, o negócio é tentar voltar à programação normal, já que o dedo ainda não está 100% mas dá para sobreviver.   Minha mãe também voltou ao normal, porém, deverá fazer acompanhamento neurológico porque nunca se sabe quando e SE ela terá outra isquemia. Ou seja novamente,  "mulher-bomba" define.

Portanto, muita atenção com portas de trem, de elevador, de ônibus, porque no desespero de pegar a condução a gente pode acabar perdendo mais do que a hora.

Aproveito para agradecer imensamente ao meu marido Paulo Sérgio.  Ele já é um MEGA marido, mas nesses últimos dias em que vestiu a roupa de Luciana se saiu muito bem, porque a barra é pesada.