Mostrando postagens com marcador Verão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Verão. Mostrar todas as postagens

Carnaval é tempo de....

... viajar, dançar, sambar, descansar e.... craftar!

Primeiramente, quero desculpar-me pela minha falta de educação em não desejar, a quem por aqui passa, um excelente feriado de carnaval, sambando ou não.  

Pedido feito, carnaval, para mim, é tempo de... descansar!  Sim, porque como eu vivo na correria, aproveito esse feriadão para curtir casa & família.  Nessa ocasião, viro uma espécie de "mulher das cavernas" porque deixo cabelo e unhas de lado e tento não me atolar nas tarefas domésticas e sem compromissos com horários, deixo a vida me levar.  Como é bom!

Carnaval no Rio de Janeiro significa "bloco carnavalesco", pois para qualquer lugar que se vá haverá um bloco de carnaval. Até o fim da década de 1990 o carnaval nesta cidade restringia-se aos desfiles das escolas de samba no Sambódromo.  Fora dali, os blocos tradicionais na orla - Banda de Ipanema - ou no centro - Cordão da Bola Preta - eram os mais animados e cheios.  De resto, a população fugia para outras cidades em busca de praia e carnaval, coisa que eu não entendia, já que isso também tem por aqui.  Com a "ressurreição" dos blocos carnavalescos, muita gente agora escolhe ficar na cidade e sair nos 5.987.918 blocos de rua que existem ultimamente.  Haja disposição para enfrentar uma multidão de gente e sob o sol inclemente, porém, os blocos são muito democráticos, não se paga nada e todos brincam à vontade, do neto ao avô.   Por incrível que pareça, o carnaval por aqui é super tranquilo, sem grandes atos de violência que são comuns quando há aglomeração de gente.  Mas eu estou fora, claro, porque tumulto e calor não são meus amigos.

Ficar em casa para mim é o suficiente para me fazer feliz.  Aproveitei para, milagrosamente, levar Davi na praia, naquele meu esquema de sempre: só vou se o calor permitir e, ainda assim, depois da metade da tarde, e assim foi feito, porque no geral a temperatura estava - e ainda está - bastante alta, me forçando a um exílio doméstico, pelo menos na boa parte do dia.

Claro que com algum tempinho sobrando não deixaria realizar algumas craftices que estão na minha  "to do list", não é?  Então, digo que esse foi o carnaval mais crafteiro de toda a minha vida ever, já que (quase) concluí 3 projetos que serão postados em breve.

Por ora, fica o registro do meu farofeiro predileto.  Davi agora ama ir à praia mas ainda reluta em se molhar.  Na verdade, acho que ele não é muito chegado à agua, sabe....




Rio, 49 Graus!

Então que o mundo não acabou, heim!  Pois no dia marcado para a chegada do fim, o que acabou de vez foi minha tranquilidade em relação à temperatura, pois o fatídico verão chegou exatamente no dia 21, trazendo temperaturas acima da média para o período.  Eu sofri.  E quase chorei.

Mas, por incrível que pareça, eu consegui descansar um pouco.  Fim de ano é meio complicado sair para viajar - a menos que a sua programação seja realmente passar Natal e Ano Novo em outra cidade.  Tudo-ao-mesmo-tempo-agora, aproveitei um saldo de férias que estava pendente para fazer uma festinha para Davi, no último dia de funcionamento da creche, novamente, e para paparicá-lo bastante.  Nunca-antes-na-história-da-minha-vida eu ouvi tanto alguém chamando "mãe, mãe, mãe".   Uma vez que o pai também estava em casa, então o guri ficou feito pinto no lixo de tanta satisfação e alegria.

No sábado, dia do seu aniversário mesmo, levamos Davi para lanchar e brincar num shopping center, pois o calor não nos permitia fazer muita coisa ao ar livre.  Aliás, assim foi na maioria desses dias, ou seja, saímos pouco de casa, já que a temperatura bateu os 45 graus na aldeia de Campinho e, por conseguinte, a sensação térmica foi de 47 que, acrescentada à minha temperatura que já é elevada em pelo menos 2 graus, então a sensação foi mesmo de 49 graus!  E, sim, essa temperatura não é coisa minha, em Copacabana e no bairro do Maracanã, os termômetros atingiram esse nível de calor infernal.  Mas tem gente que gosta, vai entender...

Para aliviar, enchemos a piscina inflável e até mesmo nos rendemos a ela por um momento para aliviar o calorão.  Para Davi, foi o céu na terra, pois não somente se refrescou como também curtiu os pais ao máximo.  E sem creche, já que eles também estiveram de recesso no mesmo período.

Nada de praia, claro, porque além de eu detestar o calor - e isso eu repito sempre - as praias estavam, por óbvio, entupidas de gente.  Férias escolares e de trabalho, além de turistas do próprio país e estrangeiros que chegaram principalmente para o Réveillon, todos juntos e misturados embaixo de um sol esturricante e mau, muito mau.

Aproveitei para fazer algumas coisinhas crafts, afinal, consegui distribuir o tempo de forma a atender às necessidades da casa e do guri.  Em breve serão postadas as flores de tecido que, f-i-n-a-l-m-e-n-t-e, consegui fazer, além do abajour - mais um - feito de garrafa de licor encontrada no lixo.

No mais, como é bom ficar em casa!  Apesar do calor, como é bom poder acordar sem grandes compromissos com horários e transportes.  Poder ir ao mercado ou à rua resolver pequenos probleminhas, dar um tapa no visual da casa, curtir o filho ao máximo e ver que ele, a cada dia, se desenvolve de forma até espantosa, pois Davi anda numa tagarelice só, com o típico sotaque carioquês, cheio de erres e xis e copia absolutamente t-u-d-o o que fazemos.  Big Brother total.

Não tenho projetos faraônicos para 2013 pois a vida tem me ensinado que algumas  coisas até podemos planejar, mas, como diz a Bíblia, a palavra final vem do Senhor.  Portanto, que neste ano que se inicia possamos nos realizar nas pequenas coisas, pois é nelas que reside a felicidade.


Não, a varanda não é tão grande assim, mas dá para tomar um banhinho de laje básico.





O Verão... e Eu!

Quando a gente cresce e olha para o tempo em que éramos adolescentes ou crianças percebemos o quanto a vida traz mudanças e aí vemos que algumas coisas das quais gostávamos não gostamos mais.  Me lembro que quando era pequena eu acho que gostava do verão.  Na verdade, eu acho que as crianças, de modo geral, gostam do verão mais por causa das férias escolares, da oportunidade de não terem horário fixo para acordar ou dormir ou comer e para poderem ficar mais tempo brincando na rua ou... na praia. Sim, houve uma época em que crianças brincavam na praia ou na rua, o dia inteiro, e curtiam suas férias ao ar livre.

Eu também era assim, e me lembro de ir à praia em dias de verão com aquele sol de rachar côco.  Me lembro de usar óleo bronzeador, de não ficar embaixo de barraca e no máximo usar um bonezinho e nada mais.  E de ficar esturricando na areia, igual a um calango, porque o mais legal de tudo era a marca do biquini, de poder se olhar no espelho e só conseguir ver o branco dos olhos e as marcas do bronzeamento.  Era o verão!  Eram as férias escolares, era o calor, e a marca do biquini era a prova cabal de que esses dias tinham sido maravilhosos.

Quase tudo acontece no verão, a começar pelo nosso calórico Natal.  Até eu descobrir que Papai Noel virou uma profissão bem rentável, ficava morrendo de pena daqueles homens usando aquelas roupas quentíssimas, além de botas, gorro e barbas, embaixo do sol inclemente nas ruas da cidade.  Se em 40 graus de temperatura a sensação térmica é de 45, imagina embaixo daquele edredom chamado roupa de Papai Noel? E a Ceia Natalina? Existe coisa mais quente do que essa, além da temperatura?  Peru, farofa, pernil, castanhas, nozes, vinho, rabanada, coisas que não costumamos comer nem no próprio inverno estão presentes na maioria das mesas nessa ocasião do ano.  Foi há pouco tempo que descobriram que vivemos num país tropical e aí alguém teve a fantástica ideia de adaptar a Ceia de Natal para a nossa temperatura ao inserir saladas e frutas.


O verão também traz, além dos modismos de sempre, algum filme bobo e uma música-chiclete acompanhada de um passinho, que todo mundo dança em qualquer lugar.  E tem também o Carnaval.  Ah, o carnaval, época em que se pode tudo, até ficar sem roupas, afinal, além de ser uma festa o calor está insuportável, não é?  Então, bora para a praia pegar aquele bronze total para ficar com marquinha de biquini, para depois mostrá-lo na avenida ou nos blocos de rua.  Ah, o verão...

E o verão me trouxe também o Davi, que nasceu no verão mais quente dos últimos 50 anos, em que  a cada dia a temperatura girava em torno de uns 45 graus, o que me forçou a ficar dentro de casa praticamente uns 3 meses seguidos, pois eu só saía para levá-lo a alguma consulta, afinal, os dias eram tão quentes que já começavam com mais de 30 graus.  Aliás, assim como eu, Davi também não é muito chegado a calor, pelo contrário, fica irritado igual a mim.

Um dia eu cresci e percebi que eu não gosto do verão.  Eu detesto o verão. Quer dizer, mais do que o próprio verão, eu não gosto é de calor, porque isso independe da estação climática.  Esse ano, por exemplo, tivemos, em pleno inverno, dias sequíssimos, beirando aos 37 graus.  Mas se a característica do verão é o calor abrasador, então é a época dos meu tormento climático.

Em uma de minhas teorias, eu acho que verão tem a ver com quem tem dinheiro.  Sim, porque quem tem dinheiro pode ter uma casa de praia ou morar perto de uma e pode ficar com o ar condicionado ligado o dia e a noite inteirinhos sem as pobres preocupações com a conta da luz.  Se não gostar do calor, pode viajar para um lugar frio - ou não tão quente - e vai esquiar e se empanturrar de roupas, enquanto a mulambada fica aqui no calorão achando o máximo ir para uma praia lotada, para uma piscina lotada, para um shopping ou qualquer-coisa-ou-lugar simplesmente lotados!

Porque o outro nome para o verão é lotação.   E quanto mais gente, mais calor, e quanto mais calor, mais eu transpiro.  E quanto mais eu transpiro, mais irritada eu fico e ultimamente concluí que cheguei ao fundo do poço porque no verão, ao invés de marquinha de biquini, eu uso toalhinhas para me secar!  Sim, aquelas mesmas toalhinhas usadas pelas vovós ou mulheres que estão entrando na menopausa.  Porque não adianta andar de leque ou de chapéu, pois nada aplaca meu calor e as toalhinhas só servem para me dizer que o verão e eu não nascemos um para o outro.  Eu o odeio e ele não me ama.

No verão falta água.  No verão falta luz.  No verão falta gelo para o churrasco.  No verão tem mosquitos, quer dizer, mais mosquitos.  No verão tudo fica mais caro, a começar pela água de côco, que já se tornou um indicador financeiro da inflação no verão.  E se já não bastasse o próprio verão, temos também por aqui o Horário de Verão, que eu até hoje não sei exatamente para que serve. Quer dizer, a menos que você more na zona sul, a área nobre da cidade e que tem praia, porque aí, sim, o Horário de Verão faz algum sentido, e você pode chegar na praia no final do dia e ficar umas 3 horas, mergulhando, correndo ou brincando, sob a luz complacente do sol, e ainda chegar cedo em casa. 

Realmente eu ainda me espanto com quem diz que gosta do verão e imagino que alguém também se espante com o fato de que eu, moradora do Rio de Janeiro, cidade "point de verão", deteste o verão.  Mas eu não gosto.  Eu detesto.  E se tivesse condições financeiras, eu iria para outro lugar, talvez não tão quente, e ali esperaria essa época passar.  Acho que nem se eu morasse perto da praia eu iria gostar do verão, porque além dele eu detesto o calor.
 
O verão está chegando e ao invés de eu me matar numa academia para ficar gostosa (já que eu não tenho tempo), eu já vou começar a catar as minhas toalhinhas da vovó, até porque, como eu já falei por aqui, é muito difícil eu ir à praia nessa época, que fica lotada de gente se digladiando por um espaço na areia quente.

A cada verão eu fico mais sem entender como foi que um dia eu gostei do verão, mas as toalhinhas estão aí, para me mostrar que a infância já se foi e agora os tempos são outros.... e cada vez mais quentes.



Apesar do calor, os dias têm sido muito mais desafiadores porque tenho passado por momentos bem delicados com "os meus".  Depois do susto que o pai do Davi me deu, Davi começou a semana com conjuntivite e febre, sinal de inflamação na garganta.  Eu quase morro quando Davi tem febre pois, ao meu ver, isso é sinal de que algo não está funcionando direito e que eu não sei o que é exatamente.  E se já não bastasse vê-lo chorando e aflito com os olhinhos colados por causa da conjuntivite, no momento do desespero, ao invés de aplicar um colírio, coloquei um remédio para cera de ouvido!

Quando me dei conta do erro, pedi a morte, claro.  Mas como eu não posso morrer por agora....

Depois encontrei o remédio certo e apliquei, como paliativo, até dar tempo suficiente de levá-lo ao Pronto Socorro, para ele ser devidamente medicado.  Ufa...


Como assim, Cara Pálida?

Filho do grande rei Davi, ao ser coroado rei de Israel Salomão não pediu mais poder, riquezas e glória, pediu sabedoria.  E me parece que sua sabedoria já existia exatamente aí, porque eu penso que quando muita gente alcança um patamar na vida, seja pessoal ou profissional, quase nunca pede sabedoria. O vilão geralmente quer o domínio total sobre alguma coisa ou  pessoas; o extraterrestre, a destruição do planeta Terra. Por aí vai. 

Não é necessário ser cristão/evangélico/crente/protestante para apreciar o Livro de Eclesiastes, que reune os sábios pensamentos daquele rei judeu. No capítulo 3, por exemplo, Salomão lista uma série de coisas  que acontecem dentro do seu próprio tempo, como nascer e morrer. É meio óbvio, mas quando a gente olha para tanta cara botoxada o que se vê é uma espécie de tentativa de negar essa realidade e de se prolongar a juventude em detrimento da velhice, como se a primeira fosse mais importante do que a segunda.  Por mais que a tecnologia e as descobertas científicas prolonguem a vida ou a juventude no afã de exterminar a velhice, um dia a morte chega e ela não livra a cara de ninguém, com ou sem botox.

Por outro lado, o que se vê nesses tempos bicudos é uma infância roubada da sua infantilidade, da sua inocência, da sua pureza.  Como eu já havia comentado aqui, tenho verdadeiro pavor de criança com aquela precocidade forçada que leva alguns pais a se deliciarem com um comportamento fora da idade que ela tem.  Não me canso de repetir que tenho pânico de ver crianças se comportando como adultos, seja na forma de falar ou de se vestir ou até mesmo de pensar, porque meu estômago não se acostuma com essas bananas verdes de jeito nenhum.

Uma das coisas que me tem chamado muito a atenção é quando a criança, às vezes com uns 3, 4 anos, diz que está "namorando". Como assim, n-a-m-o-r-a-n-d-o, cara pálida? Ah, está com uma  namoradinha na escola, no prédio, na rua.  Eu não sei o que me apavora mais, se é a minha fértil imaginação ou a cara de satisfação misturada com a boca salivada de orgulho dos pais. Eu fico me perguntando o que essa criança entende por namorar até porque, nos dias de hoje, namoro tem significados dos mais variados e  quando eu ouço que uma criança que nem sabe escrever o nome está "namorando" eu tenho vontade de correr para as colinas e enfiar a cara num buraco!

É fácil cair nessa armadilha, porque no fundo o que a gente procura também é a afirmação da sexualidade da nossa criança. Se for menino, por exemplo, tem que ser "pegador", mesmo que esse garanhão ainda esteja nas fraldas e só consiga dormir com uma bela mamadeira pendurada na boca.  Se for menina, bom,  aí eu não sei direito, mas o que não faltam são pais que enchem o peito para dizer que sua bonequinha está namorando, mesmo que isso tudo não passe de uma brincadeira-de-criança.  Como assim, brincadeira-de-criança, cara pálida?

Ah, Luciana, mas a maldade está é na tua cabeça!  Mas eu não estou falando de maldade, pelo menos entre as próprias crianças. Pelo menos-não-ainda. Mas não consigo ver esses namoricos como uma inocente "brincadeira de criança".  Se a menina brinca de boneca ou o menino de médico, entendo que eles estão afundandos naquele mundo lúdico que é peculiar à idade.  Agora, imagina o menino brincando de ginecologista e a menina tirando a blusa para dar de mamar à sua boneca?  Não vai me dizer que não seria estranho? Ou a gente se esqueceu que elas copiam T-U-D-O?

Veja, não estou aqui para pregar moralismo, porque não é esse o meu papel, mas eu sempre faço um apelo para que a gente deixe a criança viver a infância dela em paz, tentando evitar jogar sobre ela essa carga de expectativas que criamos para nossos filhos.  Não é fácil, porque eu sei a gente só quer o bem da criança, mas não custa nada se dar um toque de vez em quando.  Algumas coisas da vida têm seu tempo natural para acontecer, e nem sempre uma brincadeira é de criança, pois algumas infâncias por aí já estão bem envelhecidas, sabe.

Portanto, se a sua menina de 12 ou 14 anos ainda brinca de bonecas ou se o seu menino é meio bobalhão, deixe rolar à vontade, porque eles terão bastante tempo para se tornarem adultos chatos como os adultos são. E que quando crescerem namorem bastante e que continuem a namorar mesmo depois e casados, porque esse será o tempo para essas coisas, não é não?

(Tá, eu sei que eu sou muito xarope...)




Eu sei que tudo quanto Deus faz durará eternamente; nada se lhe deve acrescentar, e nada se lhe deve tirar; e isto faz Deus para que haja temor diante Dele. 

Eclesiastes 3:14


E o verão, heim? Já se foi! E se dependesse de mim não voltaria nunca mais!  Ah, meu outono chegando lindo, fresquinho e me lembrando de colocar o nebulizador em Mode ON!

Cadê o Bebê que estava Aqui?

Ele chegou.  O uniforme da creche. E eu sei  também que em breve irei receber a tal lista de material escolar, quilométrica para uma criança de apenas 2 anos.

Mas foi outro dia que matriculei Davi na creche, com 1 ano e alguns dias! Nem andar ele andava. Cheguei lá e o entreguei à "tia", que o levou para o refeitório (pois era a hora do lanchinho), onde estavam outras crianças, algumas que já andavam, outras, como ele, que ficavam na cadeirinha de alimentação.

Fiquei sentada numa sala - acho que era a coordenação - mas não estava muito aflita, não.  Só um pouco apreensiva caso Davi começasse a estranhar e a chorar, afinal, até ali ele havia ficado com a avó o dia inteiro e não estava acostumado a conviver diariamente com outras crianças, nem em outro lugar que não fosse em casa.

E desde então ele está nessa rotina e agora já tem sua turma de coleguinhas.  Claro que de vez em quando ele chora quando entra na creche, mas varia muito e eu não sei o que faz com que ele fique choramingoso numa semana e totalmente "entregue" na outra.  Enfim, todos nós nos adaptamos a essa realidade, que é um corre-corre doido.

Até então, não havia necessidade do uso do uniforme.  Só a partir do Maternal 1 é que as crianças passam a usá-lo. Ouvi dizer - e vou me certifcar hoje - que ele ainda terá que levar uma muda de roupa e só usará o uniforme depois do banho (as crianças que não são do horário integral já vão uniformizadas). Como hoje haverá reunião de pais, vou ficar sabendo das demais atividades e/ou novas rotinas.  

As coisas passam muito rápido e com essa velocidade a gente não se dá conta de que deixou de comprar um macacãozinho e agora só compra short e camiseta (no caso dos meninos, né). Não tem coisa mais clara do que as roupas e os calçados para nos mostrarem que os nossos bebês estão indo embora e que estamos recebendo meninos e meninas mas que ainda são um pouco bebês.  Mesmo que ainda não saibam falar tudo, comer ou fazer as necessidades sozinhos, nessa fase a criança é "meio-a-meio", porque muitas ainda estão nas fraldas e mamadeiras, mas já usam uniformes e têm lições escolares!

Outro dia estava vendo uma mãe amamentando sua criança.  Me bateu uma saudade do tempo em que Davi também mamava. Mas as memórias daquela época são um pouco nebulosas, porque é tudo muito corrido, um dia emenda no outro da mesma forma e o bebê vai crescendo e mudando o tamanho das roupas e calçados e um dia começa a andar e a falar e vai para a escola e coloca uniforme e a gente vai comprar material escolar e ele já está escrevendo e lendo e andando e falando e comendo sozinho e cheio de vontades e....não é corrido? É assim mesmo, dá até falta de ar.

Voltando ao uniforme... como a direção da creche mudou, a cor também não é mais a mesma.  Agora, é azul e branco,  bem simples, mas bem que eu gostava da outra cor, que era cinza chumbo com vermelho.  Mas só isso, porque a creche, hoje, está muito, muito melhor.

Isso não é roupa de bebê!

A gente é meio esquisita. Tem horas que quer que nossas crianças cresçam e apareçam, deixem as fraldas e as mamadeiras.  E aí quando a gente olha para as roupas - ou recebe o uniforme da escola - fica muxoxa porque elas já não são mais os bebezinhos tão dependentes de nós, mesmo sabendo que eles serão nossos bebêzões por toda a vida, não é?

Mães.... ô povo estranho, esse....



Na área do prédio onde eu moro os arquitetos/engenheiros/donos/empreiteiros, enfim, tiveram uma ideia bem legal: fizeram um pomar, que fica nos fundos do próprio terreno.  Lá, foram plantados pés de jabuticaba, caju, banana, acerola, amora e abricó.  As frutas ficam lá, esperando para serem colhidas e saboreadas.  Então, eu tenho o privilégio, por exemplo, de tomar suco de laranja com acerola colhida no "fundo do quintal". Se chove muito, o cajueiro fica parecendo uma árvore de Natal, carregado de frutas cheias de suco também, e o jabuticabal, na sua época, também dá um show.

Ontem, ao chegar em casa, me deparo com esses cachos de banana que o pai do Davi colheu.  Eu acho que são banana da terra, porque são maiores e diferentes da banana d'água.  Olha que lindeza?  Como o pomar fica de frente para nossa janela, estamos sempre alertas e vigilantes e de olhão aberto, principalmente com as bananas, que têm o ano inteiro. Acho que meus vizinhos estão dormindo no ponto...


Muita gente se orgulha do lugar onde mora, e tem quem queira se mudar para um ambiente melhor.  Eu moro na zona oeste, num lugar cansativo de se chegar, longe da zona sul e suas praias e modas e atores globais.  Mas eu tenho o privilégio de comer fruta colhida no pé.  Isso para mim é podre de chique, sabe.


E o verão, heim? Você está aproveitando esse calorzão do cão?  Sorte sua, porque, como muita gente sabe, eu odeio essa época. Na terça-feira, fui levar Davi para fazer mais uma dilatação do canal da uretra.  O termômetro estava marcando 43 graus.  Só uma palavra define: inferno!


Um Picolé

Cheguei há pouco da rua.  A temperatura deveria estar em torno de 35º, mas a sensação térmica é de uns 40.  Vim  procurando uma barraquinha que vendesse picolé e a coisa mais estranha é que picolé só se encontra onde você sabe onde tem, ou seja, num país cuja temperatura média é de 27º e numa cidade de litoral e tão famosa como é o Rio de Janeiro, encontrar picolé requer praticamente uma pesquisa de campo.  Porque não é em qualquer lugar ou em qualquer esquina que se encontra um carrinho ou uma barraca que venda picolés. Só onde você sabe exatamente que tem e olhe lá. Mas se você quiser comer pipoca, vai ser disputada a tapas por uns três pipoqueiros a cada metro quadrado da rua.

Como muita gente sabe, a Itália é uma espécie de parque de diversões em se tratando de sorvetes. Existem não somente sabores dos mais variados, mas u-ni-ver-si-da-des que formam mestres na arte do sorvete.  Na Itália tem sorvete com sabor de melão, por exemplo, mas se você quiser um sorvete desse mesmo sabor aqui no Rio de Janeiro, procure muito e vá se preparando para procurar muito mais, porque não é fácil de achar (aliás, existe???). O inverno na Itália é de neve, e acho que lá não tem pé de tamarindo.  Mas tem sorvete, talvez não de tamarindo, mas de melão. E muito picolé, de vários sabores. O ano inteiro!

Como muita gente sabe, o Brasil é uma terra abençoada com uma diversidade de frutas e plantas que a gente passa a vida inteira sem conhecer tudo.  Cada região desse país produz frutas que vão desde o tamarindo e o açaí até o mirtilo e a nectarina. Mas você já comeu cagaita? Eu não. É uma fruta típica do cerrado brasileiro. Uxi é uma fruta amazônica e biribá é do Pará (obrigada, deus google).  Pergunta se existe sorvete dessas frutas? Pode até existir, mas não aqui no "sul maravilha".  Aqui no Rio de Janeiro, se você quiser provar alguns sabores "exóticos", vá na Feira de São Cristóvão, também chamada de Centro Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas, ou simplesmente "Feira dos Paraíbas". Pelo que eu sei, só lá a gente consegue tomar sorvete  de alguns sabores diferentes e ainda assim são poucas as opções de frutas  "exóticas", acredita? E a fruta propriamente dita? Esqueça, é mais fácil ir lá onde ela está do que ela vir até você. Mas se vier, você vai pagar caro, muito caro. 

Como muita gente sabe, o Brasil tem um dos maiores litorais oceânicos do mundo, com mais de 8.000 km de extensão.  O que vem à mente quando a gente imagina esse monte de mar? Peixe! Uma variedade de peixes e frutos do mar, uma oferta gigante de peixe, uma peixaria em cada esquina. Um restaurante de peixes e frutos do mar disputando meu estômago. O moço do peixe batendo na porta lá de casa, com um carrinho cheio de peixes fresquinhos e toneladas de camarão (eu sou louca por camarão).

Até parece.... porque essa fartura de peixe você só vai encontrar no Nordeste e mais ainda no Norte.  Porque peixe aqui na minha terra é caro, na feira, no mercado, no restaurante.  Peixe é quase um "prato especial". Camarão, lula, polvo, mexilhão, só em algumas ocasiões.  Siri? Carangueijo? Ah, não é tão simples e barato assim, não. (Eu sei que siri e carangueijo não são frutos do mar, mas adoro).

Num país colorido como o nosso, a gente acha graça quando encontra aquele típico turista estrangeiro, de bermuda, blusão florido, chapéu e tênis com meia até quase o joelho. Mas se a gente mora num lugar tão cheio de cores, qual é o espanto? Dizem - e não me pergunte quem disse - que os brasileiros se vestem muito sobriamente - estou falando de cores, não de tamanho de roupa.  Isso se deve ao fato de que o país é muito quente e colorido e geralmente quem mora em lugar frio gosta de cores berrantes.  Mas a Índia e a África são lugares quentes e coloridos, e seus habitantes se vestem com muita cor também! Mas quando chega o verão por aqui, a maioria dos motoristas de ônibus está vestida de calça comprida e tem uns que até gravata usam! E os porteiros e carregadores de mala de hotel, que usam quepe e até luvas brancas, como se estivessem em algum país frio? Por que a hotelaria brasileira não coloca bermuda e blusão estampado nos seus funcionários?

É certo que cada lugar tem suas esquisitices, mas por aqui há coisas estranhas que eu não entendo mesmo.  Eu não queria um sorvete, só um picolé de frutas.  Andei um bocado até achar, mas me pergunto sempre, quando isso acontece: por que não temos um carrinho de picolés em cada lugar, principalmente nessa época medonha de calor insuportável?  Por que as lojas não vendem tantos vestidos estampados e fresquinhos? Por que o peixe é tão caro? Por que não existem praças com chafarizes onde as pessoas e crianças pudessem se banhar nesse calorão? Por que condução com ar condicionado ainda é artigo de luxo?

Por que não existe picolé de cagaita?


Brinquedos e Crianças


O último dia 12 foi realmente o primeiro em que Davi curtiu o Dia da Criança.  Quer dizer, na verdade, ele não curtiu a data em si, já que não faz a menor ideia da diferença entre segunda e quinta-feira, janeiro ou outubro. Quer dizer, na verdade, quem curtiu bastante fui eu mesma.

Como moro na zona oeste, a Quinta da Boa Vista tem sido um local  frequentado constantemente e apesar de levar a (má) fama de "parque de suburbanos", nesse dia, como não poderia deixar de ser, estava empanturrado de crianças curtindo seus presentes, além das diversas atividades que ali aconteciam, como, por exemplo, a apresentação do Circo do Marcos Frota e distribuição de doces.

Davi ganhou de sua avó um carrinho, daqueles que têm pedais e um empurrador. Acho que esse foi o primeiro brinquedo que havia despertado um real interesse nele, porque todas as vezes que uma criança passava com um carrinho parecido, ele cismava em pular para dentro do mesmo, com ou sem a criança proprietária.

Não adianta. Criança gosta de ganhar brin-que-dos, e quando isso acontece no Dia da Criança tudo leva um toque de magia. Como o Davi ainda é muito pequeno, se distrai com qualquer coisa, e talvez por isso eu ainda não tenha sofrido com exigências na compra de brinquedos.  E sinceramente, confesso que até agora não gastei muito dinheiro com isso, visto que ele ganhou uma boa porção no aniversário (muitos parecidos, como aqueles que vêm com peças para encaixar), e também pelo fato de que, com sua mão de estivador, quebra quase tudo.

Portanto, não vejo razão para torrar uma grande fortuna em um brinquedo caríssimo que vai surtir o mesmo efeito que algum comprado pela metade - ou menos - do preço. Mesmo assim, eu sei muito bem que minha hora vai chegar, porque o preço de determinados brinquedos vai aumentando junto com o tamanho da criança.

No mais, tenho carregado algumas pedras, mas, como dizia aquele cantor, "faz parte do meu show".




Na última (e primeira) reunião da creche, o desfralde foi um dos assuntos abordados.  A partir do próximo ano, mais precisamente fevereiro, as crianças de 2 anos serão iniciadas nessa transição.

Como havia comentado aqui, a última cirurgia do Davi abriu uma fístula, e a cada mês ele tem sido sedado e levado ao centro cirúrgico para se submeter a uma dilatação, procedimento que se estenderá até após fevereiro. Ou seja, Davi não poderá ser "desfraldado" tão cedo.

E meu coração está do tamanho de um grão de mostarda.....


O Horário de Verão começará no próximo sábado, dia 15. O prenúncio do meu tormento porque, como muita gente sabe, eu odeio o horário de verão, o verão e tudo relacionado ao verão.


Volto Já!



Não, não é meu espírito entrando em contato para dizer que vou reencarnar em breve, muito menos estou apertada para ir ao banheiro. Foi apenas uma pequena pausa por conta das festas de fim de ano e, além disso, esta é a semana de adaptação do Davi na creche.

Acho que não existe mãe mais boba, mais prosa, mais insuportável e metida do que eu, por conta desse "acontecimento". Não querendo ser piegas - mas eu vivo sendo piegas - certamente que essa é uma nova fase nas nossas vidas. Para muita gente é apenas mais uma coisinha boba, mas para mim é sempre uma novidade e uma vitória.

Davi teve conjuntivite na semana passada, logo após o Natal. E corre para que ele fique sarado o quanto antes, porque, senão, n-a-d-a de creche, né. E durante esse período em que ficamos quase uma semana juntos por conta da doença, percebi que ele ficou super grudado em mim e no pai e bastante manhoso (também, pudera, é um tal de ficar lambendo essa cria que é um absurdo....). Quando voltei ao trabalho, recebi reclamações de seu comportamento reprovável... Ou seja, chegou mesmo a hora de ir para a creche!

A impressão é a de que ele já vai começar o "ano letivo", pois  recebi uma listinha básica de alguns itens a serem comprados, como avental, toalha, sabonete, shampoo, o tal do "copinho glu-glu", enfim, coisas que deverão ficar na creche, lá no nicho que será destinado aos objetos dele.

É claro que dá um pequeno frio na barriga deixar seu filho nas mãos de "estranhos", principalmente quando a pediatra, após dar o Atestado Médico, fazer cara feia (ela não simpatiza muito com creches) e a avó achar que ele não irá se adaptar e sofrerá as torturas e maus tratos que de vez em quando são relatados na TV. Viagem na fumaça de orégano perde!

Sempre preguei a favor da creche, mesmo antes de cogitar ter filho(s).  Creche é fruto da família moderna, em que há somente 1 ou 2 filhos e que os pais trabalham fora. Porém, mesmo que eu fosse dona de casa, eu sempre simpatizei com a ideia.  Não vou ficar aqui dando loas às creches, pois imagino que haja defeitos também, que irei descobrir com o tempo.  Porém, eu sempre defendi que, caso eu tivesse uma criança, ela iria frequentar uma creche, pois eu penso que é um lugar onde ela será estimulada e terá o convívio com outras crianças, aprendendo a se socializar e a dividir tudo: tempo, espaço, atenção, brinquedos, enfim, a não crescer achando que o mundo gira ao redor do seu umbigo.

Creche é cara, afinal, não deixa de ser uma espécie de "babá coletiva", e eu creio que o valor se justifica porque cuidar de crianças, principalmente bebês, requer um tratamento e habilidade  um pouco mais específicos. Não que as demais crianças não necessitem de cuidados especiais, porém, muitos bebês ainda não falam nem andam (que é o caso do Davi, por exemplo), o que dificulta a comunicação e redobra a atenção pois, se não engatinham, terão que ficar bastante tempo no colo ou no mesmo lugar, e se engatinham, começam a mexer e a entrar em lugares impróprios. Resumo: cuidar dos filhos dos outros é uma baita responsabilidade e uma tremenda furada!

Encontrar uma creche "boa" (defina "boa") não é fácil e, como citei, muito menos barato. No ilustre, bucólico e charmoso bairro do Campinho dá para contar nos dedos a quantidade de creches, o inverso do que existe em termos de salão de beleza! Uma amiga minha, na época de procurar creche para seu filho, me disse que havia visitado em torno de 30! Eu visitei apenas 4, por pura falta de opção mesmo. Aliás, a visita é a primeira parte desse ritual de passagem, coisa extremamente recomendável. Importante também é a opinião de outras mães a respeito do estabelecimento que despertou seu interesse.

Davi terá uma nova rotina e creio que a adaptação será muito fácil, visto que ele se dá muito bem quando está com outras crianças e não é comum estranhar pessoas que não conhece, mas isso não significa que não haverá momentos de estranhamento, afinal, ele passou seu primeiro ano sob os cuidados absolutos da mãe e da avó. Uma das novidades, por exemplo, será o uso do tal "copinho glu-glu" no lugar das mamadeiras. Ou seja, acabou a  molezinha!

Agora, imagine quando chegarem as festinhas como Dia das Mães, Páscoa, etc, etc, etc? Aff.... ali, haverá choro e muita babação.  Nem eu vou me aguentar!


***************************************

Atualizações

10/01/2011


A primeira semana foi bem complicada e agitada. Na terça-feira, Davi saiu da creche em estado febril. Na quarta-feira, teve que voltar para casa porque a febre tinha aumentado.  Além disso, havia acordado com uma crise alérgica, cheio de placas vermelhas espalhadas pelo corpo.


Na quinta e sexta-feira, Davi não teve mais febre, e ficou normalmente na creche.  Porém, tivemos - e ainda estamos - problemas com transporte, pois não conseguimos ninguém para levá-lo ainda.

 ***************************************
12/01/2011


Soube ontem que Davi chorou muito quando chegou e quando saiu da creche.  Estou também com sérios problemas de transporte. Janeiro é mês em que a maioria das pessoas sai de férias e, consequentemente, quem faz transporte escolar também não trabalha.  A pessoa que está fazendo o transporte esta semana não poderá levar o Davi a próxima semana.   Talvez eu tenha que ir em casa para levá-lo para a creche, pois acho que se ele ficar em casa, esse tempo de adaptação será perdido.
***************************************
17/01/2011
Esta semana, Davi não irá à creche, pois a pessoa que está fazendo o transporte viajou!!! Já contratei outra pessoa, a "Tia Karla", muito simpática, parece gostar de crianças. Só que irá começar apenas em Fevereiro. Além disso, o carro dela tem ar condicionado e cadeirinha. Alguma novidade nisso? Sim, porque o carro atual não tem nem uma coisa, nem outra!!!
***************************************
24/01/2011
Até segunda-feira, Davi continuava chorando para ir e para entrar na creche.  Desde terça-feira, creio que ele se deu conta que essa será sua rotina, então, não tem mais chorado. Até tem me recepcionado melhor, se bem que na terça-feira, quando fui buscá-lo, ficou de mau comigo por um bom tempo. 


Enfim, acho que essa "adaptação" foi mais longa do que imaginei, mas está acabando... graças a Deus!

14h05 - Acabou de saber que a Verônica, que está no lugar da Daisy/Deise/Deisy/Deysy não foi buscar o Davi hoje!!!!!! Estou tentando ligar, mas ninguém atende!!!!!!!!!! No momento, a máxima chega a 36º, com sensação térmica de 40º no RJ, sem previsão de chuvas nos próximos 4 dias...