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Palácio do Catete

Antiga sede do Governo Federal, quando o pudê central era aqui no Rio de Janeiro.  Lugar onde aconteciam a maioria dos grandes balacobacos da República, a Velha e a Nova.  Onde Getúlio Vargas se matou-se (será?).  Hoje, é o Museu da República.



Num fim de semana simplesmente perfeito, levamos o guri mais uma vez ao Palácio do Catete, um lugar ótimo para passear e levar as crianças para correr e brincar no parquinho.  Na primeira vez que fomos lá, Davi devia ter uns 10 meses.  Naquela ocasião, a máquina fotográfica se suicidou se atirando dentro do vaso sanitário do banheiro, então, algumas fotos desse passeio se perderam.



O Palácio é maravilhoso - sou suspeita, porque adoro essas coisas antigas, casas, sobrados, palacetes.  Apesar de suntuoso, seu espaço externo mantém uma certa simplicidade, sem muita parafernália, com muito verde e alguns animais soltos.  E muita gente idosa também - muita. Dessa vez, infelizmente, não pude visitar o interior do Palácio pois estava fechado para uma filmagem sobre... Getúlio Vargas.  Como eu sou/era rata de museus, já o havia visitado em outros tempos, inclusive cheguei bem pertinho do seu ponto principal: a cama onde se encontrava o tal pijama com a mancha de sangue do ex-Presidente.  Hoje, não pode mais, porque, né, a tentação de colocar as mãos é muito grande e o negócio é preservar.

Assim que entramos existe uma caverninha que já desperta o interesse lúdico das crianças.





Há, também, algumas garças que Davi viu bem de pertinho.  Me lembro de uma vez que fomos lá, uma garça estava tentando engolir um peixe, mas ele era muito grande e a goela dela, muito estreita.  Foi uma luta e muita gente olhando para ver o que iria acontecer, pois ela poderia morrer com falta de ar.  Mas, cadê que a bicha soltava o peixe?



Davi se encantou com essa estátua aí, que é de uma criança indígena matando a cobra com as mãos.  O significado dela é.... não sei.


E lá vai o Davi se atirando nos bichos, pois há também  patos, gansos e marrecos. 





O parquinho estava coalhado de crianças bem à vontade, como o dia pedia.


Um dia maravilhoso pede um sorvete maravilhoso.  E onde tem sorvete maravilhoso aqui nesta cidade? Na Alex, claro!  É certo, se estivermos na zona sul, t-e-m-o-s- que passar lá, até porque como eu quase não tomo sorvete, então aproveito a oportunidade para abusar um pouco.



Como eu já falei neste post, uma cidade quente e turística como o Rio de Janeiro não poderia padecer da falta de sorveterias, pelo contrário, deveria haver uma em cada esquina, com os mais variados sabores, afinal, o que não faltam nesta terra são frutas diversas.  Por esta razão, eu faço questão de passar na Alex para tomar seus sorvetes.  É um lugar simples, sem luxo ou espalhafato, mas os sorvetes são artesanais e muito bem feitos, o preço é ótimo e os sabores variados, como Tapioca, Queijo e Cupuaçu. 

Como a casquinha é sempre de duas generosas bolas, então, isso abre espaço para a gente fazer as mais variadas e "interessantes" combinações, muitas vezes bem descombinadas, já que a vontade de comer todos os sabores é enorme.

À esquerda, amendoim com creme com brownie.  À direita, queijo e doce de leite

Eu tive que me contentar com apenas duas casquinhas (!), sendo que a primeira foi de queijo - sempre - com doce de leite e a segunda de creme com brownie e amendoim.  Eu ainda queria comer pelo menos mais uma casquinha, de tapioca com milho, ou cupuaçu com cereja, ou pistache com manga, ou café com creme com passas ao rum, ou... só que eu já estava quase explodindo de tanto sorvete na barriga.  Aproveitei, então, e comprei um pote de 1 litro para casa, afinal, a Alex é um "pouquinho" distante de Campinho.

O guri tomou uma casquinha inteirinha de chocolate (no copinho, depois comeu a casquinha, senão é melação no grau 1000).  Sozinho.  Cadê meu bebê, gentem?



Ah, este post NÃO É um publieditorial para a Alex, não recebo nem uma casquinha vazia, a sorveteria é que é uma maravilha mesmo.  Portanto, se você vier ao RJ ou for na zona sul, não deixe de passar na Sorveteria Alex, em Copacabana, de frente para os fundos do Copacabana Palace.



Crianças e Propagandas

Houve um tempo em que existiam propagandas de cigarros com imagens de crianças.  Se isso pode ser aterrorizante hoje, em outras épocas era a coisa mais natural do mundo, pois o fumo não era considerado como droga ou vício, pelo contrário, era sinal de status.  Acho que, ainda hoje, o fato de fumar, pelo entre adolescentes, ainda sinaliza uma mensagem do tipo "sou dono do meu nariz" entre a garotada, mesmo que eles saibam que o fumo faz muito mal à saúde.

A modernidade nos trouxe uma maior preocupação em termos uma vida mais saudável e o tabagismo tem se tornou um grande vilão nas últimas décadas.  Por outro lado, a alimentação rica em sódio, carboidratos e açúcares tem formado uma geração de crianças obesas, diabéticas e cardíacas, numa infância regida pelo sedentarismo da TV e dos games de computadores.
 
Enfim, cada geração com suas malignidades...












As imagens são daqui